Salvando Florestas - Produzindo Vida

No Estado do Rio de Janeiro, cerca de 60% dos remanescentes de mata atlântica estão localizados em propriedades particulares e o restante em Unidades de Conservação federais, estaduais e municipais (Queiroz, 1995). A possibilidade de preservação desses ambientes é infinitamente menor do que nas Unidades de Conservação, que também sofrem pressões de toda a ordem. A necessidade de se recuperar e conservar tais remanescentes é indiscutível visto os impactos sociais e ambientais provocados pela perda desta cobertura florestal que se refletem na alta suscetibilidade do meio físico à erosão e comprometimento da qualidade de vida. Deve-se também considerar a ocorrência de extensa área coberta por vegetação secundária na Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul , definida como área de regeneração natural sem expressividade genética.Tais áreas, surgidas em regiões muito exploradas no passado e abandonadas por improdutividade,ainda são alvos vulneráveis de desmatamento e práticas intensivas de queimadas. A reutilização das áreas selecionadas no CEA Júlio Branco ( OSCIP - Piratingaúna) para prática da agropecuária compromete ainda mais as possibilidades de regeneração espontânea e a possibilidade da implantação de loteamentos para expansão urbana coloca em risco as manchas florestais existentes, fatos estes que vem acontecendo nesta região entre os municípios de Volta Redonda e Barra Mansa, ambos inseridos no entorno da ARIE Floresta da Cicuta. O reflorestamento e enriquecimento genético das áreas selecionadas justifica-se,ainda, não apenas pela necessidade de proteger os poucos remanescentes florestais desta microbacia mas também pelo fato de que estes se constituem em bancos naturais de sementes para a recuperação de áreas degradadas em outras regiões da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Além de garantir a conservação dos remanescentes florestais em áreas particulares e fortalecer a Unidade de Conservação existente – ARIE DA FLORESTA DA CICUTA . A conexão de fragmentos de florestas naturais formando um mosaico de uso de terra facilitará o fluxo gênico entre populações, sendo fundamental para sobrevivência das comunidades animais em ambientes fragmentados. Sendo assim esta iniciativa fornecerá , também, subsídios científicos para a implantação dos Corredores de Biodiversidade na região e incentivo às atividades de prestação de serviços ambientais para outros proprietários particulares.

Lixo em Geral - Recicla aí, vai!

Além de todos os tipos de lixo normal, que incluem a matéria orgânica do dia-a-dia, restos de alimentos, o material reciclável, entre outros mais comuns, podemos ainda citar alguns tipos de lixo que não despertam cuidados e podem causar grandes danos ao ambiente, principalmente por conter elementos químicos na forma iônica que são absorvidos e acumulados pelo organismo:

- Cosméticos e maquiagem: contém alumínio, um metal que é muito freqüente em outros tipos de lixo. Seu acúmulo no organismo pode causar a Síndrome de Alzheimer. O Alumínio também está presente em pesticidas e na água de consumo, onde um dos produtos adicionados para a purificação é o sulfato de alumínio.

- Lâmpadas: as fluorescentes possuem mercúrio, um metal pesado e tóxico que pode contaminar o solo e as águas. Na forma de metil mercúrio é absorvido pelo organismo e nele se acumula

- Pilhas e Baterias: o vazamento das mesmas lança no ambiente níquel e cádmio.

- Pastilhas e lonas de freio: contém cimento amianto, que quando sob a forma de material particulado ao ser respirado acumula-se nos pulmões.

- Material de eletrônica: os tubos de televisão contém chumbo, um metal pesado que se acumula no organismo.

- Fertilizantes: são levados pela água da chuva para rios e lençóis freáticos, poluindo as águas. Os fertilizantes são ricos em fósforo, sendo o mesmo um elemento de reciclagem lenta e limitante em ecossistemas, pois constitui matéria prima dos ácidos nucleicos essenciais aos microorganismos, consumidores vorazes de oxigênio. Seu excesso pode causar um desequilíbrio dentro dos ecossistemas.

- Radiação: descoberta em 1896 por Francis Becquerel, é um dos lixos mais perigosos, pois alguns elementos radioativos podem levar milhares de anos para deixar de ser perigosos. A radiação destrói as células humanas, matando-as ou causando-lhes mutações. Este tipo de lixo é proveniente principalmente das usinas, máquinas de radioterapia e raio X.

RECICLAR É A SOLUÇÃO

Cuidados com a coleta seletiva domiciliar

Papel e Papelão

Jornais e Revistas

Cadernos e Folhas Soltas

Caixas e Embalagens em geral

Devem estar limpos e secos

Caixas devem estar desmontadas

Não coloque papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono

Metais (ferrosos e não ferrosos)

Latas em geral

Alumínio

Cobre

Pequenas Sucatas

Devem estar limpos

Vidros

Copos

Garrafas

Potes ou Frascos

Devem estar limpos

Podem ser inteiros ou quebrados

Não coloque vidros planos, cerâmicas ou lâmpadas

Plásticos (todos os tipos)

Garrafas

Sacos e Embalagens

Brinquedos

Utensílios Domésticos

Devem estar limpos e sem tampa

Estamos realizando o plantio no entorno da ARIE - Floresta Cicuta

Estamos realizando o plantio de 40 hectares de espécies nativas para reflorestamento em área de Mata Atlântica na região Sul Fluminense, ARIE - Floresta da Cicuta / Rio Brandão em parceria com a empresa Queiroz Galvão, com acompanhamento pelo Ministério Público Federal e ICMbio, no município de Volta Redonda.

  • Rua Maria Luiza Gonzaga, nº 217, Ano Bom - Barra Mansa / RJ - CEP: 27.323-300
  • +55 24 97403-2849 e +55 24 3323-0224