Projeto - Produção de Águas - Setembro 2014

Projeto - Produção de Águas, mais uma etapa concluída.

O serviço de tratos culturais em setembro deste ano de 2014 marca a sexta intervenção em área de nascentes, sendo desta feita no entorno de nascente na localidade Santa Rita de Cássia, propriedade do sr. Noé, feito o trabalho de coroamento, feitura de coveamento e plantio de 500 mudas distribuídas quantitativamente por 32 espécies de nativas de mata ciliar e frutíferas da Mata Atlântica. O Plantio foi realizado adensado com espaçamento de 2 x 2 mts, foram utilizados 1.5 litros de hidrogel por cada muda e a proporção de 100 gramas de NPK – 4-14-8.

Vale ressaltar que estiveram presentes os membros da comunidade de agricultores que participaram ativamento do processo de plantio e se propuseram a cuidar das plantas. Além da presença do secretário de Meio Ambiente, Marinho Branco, representantes do CONDEMA, bem como a representação de diversas secretarias..

As atividades do projeto denominado Produção de Águas, continuam nos próximos dias, segundo o cronograma de atividades uma próxima intervenção ocorrerá em outras nascentes que se encontram no distrito de Santa Rita de Cássia em vista de buscar a eficiência na recuperação florestal naquela importante região de produção de folhosas.

Plantio de mudas em Santa Rita de Cássia mais uma etapa do projeto produção de águas

Prefeitura realiza plantio de mudas em Santa Rita de Cássia

Ação faz parte do projeto Produção de Águas, da secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

A prefeitura de Barra Mansa, por meio da secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, realizou na manhã desta quinta-feira, dia 14, a quinta edição do projeto Produção de Águas. A iniciativa é uma parceria entre a secretaria e a Oscip Piratingaúna, que visa a recomposição de margens de rios e a recuperação de nascentes do município. Desta vez, o projeto aconteceu no distrito de Santa Rita de Cássia, onde foram plantadas 500 mudas de espécies da mata atlântica no entorno de três nascentes. Entre as espécies estão: pau brasil, amora, pitanga, goiaba, angico vermelho, ingá e paineira rosa.

“Esse é um projeto muito importante, ainda mais considerando que nesta área não tem nenhuma árvore nativa. Essa é uma ação pensando no futuro, para que não falte água”, destacou o prefeito Jonas Marins, que participou do plantio. Jonas lembrou que este projeto levou a prefeitura a participar do XIII Encontro Verde das Américas. Também conhecido como ‘Greenmeeting’, o encontro é um importante fórum que reuniu lideranças nacionais e internacionais para debater sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marinho Branco, esta é a segunda vez que o projeto acontece em Santa Rita de Cássia. “Ao todo foram plantadas 1.000 mudas no entorno de 15 nascentes do distrito. Essas mudas permitem o acúmulo de água nessas áreas evitando que as nascentes sequem”, informou, acrescentando que a localidade conta com 102 nascentes, que foram identificadas pela Associação de Produtores Rurais de Santa Rita de Cássia, que está apoiando o projeto.

O vereador Carlos Roberto Beleza, que faz parte da Associação de Produtores Rurais de Santa Rita de Cássia e acompanhou o plantio, fez questão de destacar a importância desse projeto para os agricultores do distrito. “Através desse plantio, aumentaremos a carga d’água que irriga as lavouras e, consequentemente, a produção de hortaliças”, disse. Segundo ele, Santa Rita de Cássia conta com 120 pequenas propriedades e uma média de 250 produtores que, no período de safra, produzem 30 toneladas de hortaliças por dia.

O grupo de intercambistas franceses, que está em Barra Mansa, também participou do plantio, acompanhados do secretário municipal de Desenvolvimento Rural, Leandro Machado. “Este é um projeto muito lindo e importante para o meio ambiente. Na França ouvimos falar que no Brasil tem muito desmatamento e ver a prefeitura se preocupando em plantar árvores, ao invés de só cortar, foi uma atitude que me surpreendeu e que deve ser seguida por outros municípios”, frisou a intercambista Imene Djaroud, que é engenheira ambiental e aproveitou para plantar várias mudas no distrito.

Fotos: Cris Oliveira

FONTE: (Coordenadoria de Comunicação Social)

Novo marco regulatório cria regras para parcerias entre governo e sociedade civil

Para estabelecer conjunto de normas próprias nas parcerias com o Poder Público, o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil será sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (31), no Palácio do Planalto. A ideia é coibir a corrupção e trazer segurança à atuação das organizações de fato comprometidas com o interesse público.

O Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil cria instrumentos jurídicos próprios e estabelece regras para seleção das entidades e para etapas de execução, monitoramento e avaliação das parcerias. Entre elas, exigência de chamamento público obrigatório, três anos de existência e experiência das entidades, além de ficha limpa tanto para organizações quanto para seus dirigentes.

A lei também exige que órgãos públicos planejem previamente a realização e acompanhamento das parcerias, e prevê sistema de prestação de contas diferenciado por volume de recursos. A expectativa é de que isso deverá aperfeiçoar monitoramento e avaliação dos projetos, fazendo com que perspectiva dos gestores seja direcionada ao controle dos resultados alcançados.

Entenda o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil.

Registrando a continuidade do projeto: ‘Produção de Águas’

‘Produção de Águas’ – Na sexta-feira, dia 11, a secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Barra Mansa, em parceria com a Oscip Piratingaúna, realizou a quarta edição do projeto ‘Produção de Águas’, no bairro São Sebastião. O projeto visa a recomposição de margens de rios e a recuperação de nascentes do município. Desta vez, a recomposição florestal foi realizada nas margens do Córrego Secade. Foram plantadas 500 mudas de várias espécies da Mata Atlântica e frutíferas. E hoje dia 12 fizemos a complementação com a presença do prefeito Jonas Marins, do Secretário de Meio Ambiente Marinho Branco, da Gerente de Reflorestamento, Valeria de Almeida, do vereador Luiz Furlani e diversas autoridades junto com a população. Um sucesso.

Projeto Produção de Águas mais um plantio

O serviço de tratos culturais em julho deste ano de 2014 marca a quarta intervenção em área ribeirinha, sendo desta feita no entorno Córrego Secades na localidade Bairro São Sebastião, trabalho de coroamento, feitura de coveamento e plantio de 500 mudas distribuídas quantitativamente por 28 espécies de nativas de mata ciliar e frutíferas da Mata Atlântica.

Vale ressaltar que estiveram presentes os membros da comunidade que participaram ativamento do processo de plantio e se propuseram a cuidar das plantas. Bem como a representação de diversas secretarias, a localidade recebeu equipamentos instalados pela SUSESP e será inaugurada neste sábado, dia 12, às 10h, a ponte sobre o Córrego a obra era uma reivindicação antiga dos moradores e faz parte do pacote anunciado pelo prefeito Jonas Marins.

O Greenmeeting e a democratização das informações ambientais para o Brasil e o mundo

Luciana Alves Ribeiro de Carvalho

Coordenadora do Jornal Ecopedagógico em parceria com a ONG CÍRCULO DE GIZ/UNB. Escritora de livros infantis/Escreveu o livro Ana Folha e a Turma do Lixão: “Vamos preservar nossas florestas” (Homenagem ao Ano Internacional das Florestas/2011)

Tel: (61) 3354-5223 - E-mail: anafolha1@gmail.com

O GREENMEETING E A DEMOCRATIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES AMBIENTAIS PARA O BRASIL E O MUNDO

PUBLICADO 09 JUNHO 2014. EM LUCIANA RIBEIRO

Por Luciana Ribeiro - Jornal Meio Ambiente

O XIII Encontro Verde das Américas, ocorrido nos dias 27 e 28 de maio, o “Greenmeeting”, reuniu lideranças ambientais de nível nacional e internacional, dentre eles,Vilmar Berna,Gustavo Souto Maior, Beatriz Paredes Rangel, Volney Zanardi Júnior e diversos convidados compromissados em debater a importância das políticas ambientais a serem implementadas nas cidades brasileiras; neste sentido, apresentaram projetos exitosos que exaltaram os direitos humanos e os direitos da Terra, como, por exemplo, melhorar a mobilidade urbana na capital Federal de Brasília e os impactos das Emissões de gases de efeito estufa e mitigação no setor de florestas.

Coordenou-se o evento verde do modo político, o qual propiciou a socialização de experiências educadoras e as soluções estratégicas e exeqüíveis para enfrentar a crise ambiental que polui a água, o solo e a degradação geral das cidades; felizmente, oportunizou-se o intercâmbio com a troca de informações relevantes para as universidades,as prefeituras,os pesquisadores, os diplomatas de vários continentes, etc. poderem agir com mais eficiência científica e tecnológica, para, dessa maneira, implementarem serviços que atendam as bases da sustentabilidade social e ambiental no mundo.

Para apregoar os princípios da justiça ambiental, mencionadas durante o evento verde, selecionamos o espaço jornalístico e pedagógico para que Vilmar Berna abordasse o impacto das informações debatidas, seja para as escolas, para as famílias brasileiras e para os gestores públicos (deputados, senadores, prefeitos) que trabalham em parceria na resolução dos problemas ambientais enfrentados no Brasil e no mundo. Enfim, acreditamos que sua vivência com o jornalismo ambiental nos ajuda a fazer uma releitura dialógica e cidadã sobre o Encontro das Américas e, felizmente, sabermos um pouquinho das suas perspectivas que constroem um mundo melhor, mais verde e mais humanizado.

“A sociedade precisa aumentar a velocidade da tomada de consciência e mobilização rumo à mudança por um estilo de vida sustentável e solidário para evitar que se transformem em realidade as previsões de cientistas que anunciam o colapso ambiental do Planeta. Além de democratizar informações ambientais para promover escolhas melhores no rumo da sustentabilidade, é preciso também valorizar a construção de novos valores capaz de romper a inércia e estimular um consumo responsável e o exercício da cidadania. Neste contexto fundamos a Rede Brasileira de Informação Ambiental (REBIA) – www.rebia.org.br – com o objetivo de ampliar a democratização da informação ambiental no Brasil, como estratégia de facilitar a tomada de decisões da sociedade diante de diferentes modelos de desenvolvimento, propondo um modelo mais sustentável e justo em oposição ao atual modelo predatório e injusto. Como resultado, desde janeiro de 1996, a REBIA tem atuado ativamente na organização junto com a ONG PALIBER dos Encontros Verdes das Américas, importante fórum nacional e internacional de análise e debates sobre a conjuntura socioambiental no Brasil e no mundo. Hoje, em seu 13º encontro, já reunimos mais de 10.000 pessoal, de altíssimo nível de interesse nas temáticas socioambientais, cada um deles com enorme poder de multiplicação de informação e de valores socioambientais para a sustentabilidade. Com outros parceiros, ainda, como as OSCIPs Associação Ecológica Piratingaúna e a PRIMA – Mata Atlântica e Sustentabilidade, a REBIA tem produzido e distribuído gratuitamente de mais de 2 milhões de exemplares da REVISTA DO MEIO AMBIENTE, nas versões impressa e virtual (que pode ser acessada livremente no site www.revistadomeioambiente.org.br ) e o PORTAL DO MEIO AMBIENTE ( www.portaldomeioambiente.org.br ) também de acesso livre, atualizado diariamente, e que tem mantido o número de cerca de 2 milhões de acessos ao ano. Os FÓRUNS de debates socioambientais da REBIA ( http://www.portaldomeioambiente.org.br/forum ) já contam com a participação efetiva de cerca de 4.000 membros espalhados por todos os estados brasileiros. Na parceria da REBIA com a UFF – Universidade Federal Fluminense (http://www.cursosonline.uff.br), a REBIA tem contribuído para a formação de centenas de profissionais em gestão ambiental e educação ambiental através de seus cursos à distância. Ressalto a importância de nossas parcerias e do esforço de nossos voluntários, pois sem eles a REBIA não teria conseguido fazer muito, talvez não conseguisse fazer nada.

Quando se sonha só, é só um sonho, mas quando se sonha junto, este sonho pode virar realidade.” – Vilmar Berna Coordenação do evento/REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental e outros

Considerações pedagógicas sobre o Encontro “ Greenmeeting”:

Como pedagoga e educadora ambiental, desejo que o Encontro Verde continue a disseminar as experiências exitosas entre os países (utilizando a internet, televisão, rádio), e viabilizem, de fato, a comunicação e o conhecimento das ações e dos projetos sustentáveis que ressaltam o tratamento correto dos resíduos sólidos, a estrutura de saneamento ambiental nas cidades brasileiras e tantos outros a serem desenvolvidos em parceria com as Instituições governamentais e não governamentais existentes no Brasil.Portanto, deve haver diálogo com os cidadãos que desconhecem seu valor social; e além de tudo, possam mobilizar o exercício dos seus direitos humanos (terem acesso à moradia digna,à água bem tratada,e a visitas em áreas verdes com o acompanhamento de profissionais da área ambiental, etc.), pois essa união, de fato, entrelaça e otimiza os compromissos sociais que trazem bem-estar para todos como, por exemplo, construirmos democraticamente escolas que priorizem os princípios da cidadania ambiental. No entanto é necessário atenção para a participação do órgão Gestor de Educação Ambiental no Brasil, composto pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Ministério da Educação (MEC) durante esse processo de mudança política no Brasil.

Com essa visão pedagógica e contextualizada que perpassa pelo Encontro, é imprescindível discutirmos a Legislação Ambiental de modo educativo e pertinente, ou seja, o amparo científico e político inerente às universidades e aos gestores públicos devem mobilizar a participação daqueles que têm ou não tiveram acesso ao ensino formal, pois, infelizmente, ainda existem milhões de cidadãos que sequer receberam uma visita de um funcionário ligado a um órgão ambiental para ouvir críticas e opiniões que constroem ações educadoras para melhorar nosso Brasil.

Fonte: Jornal Meio Ambiente.

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