CRÉDITOS DE CARBONO PARA QUEM?

A história se repete depois de 12 anos.

Por Amyra El Khalili

Créditos de Carbono para Quem? Novamente a história se repete.

 

A Aliança RECOs também está tentando descobrir a resposta a essa pergunta!

Defendemos a construção de um "novo mercado" que traga investimentos diretos para as populações carentes e excluídas da pirâmide das commodities convencionais, inserindo-os no processo produtivo das commodities ambientais, oferecendo-lhes acesso ao mercado. Na estrutura hoje vigente, o indivíduo desempregado ou sem renda fica totalmente fora do mercado; não tem acesso à água potável, à eletricidade, ao tratamento do esgoto, aos bens, enfim, que compõem as matrizes ambientais.

Entendemos que se não gerarmos ocupação e renda para as populações que vivem das florestas, para as comunidades excluídas, as minorias, os sem-expectativa-de-vida, os pequenos produtores, os extrativistas, os desempregados em geral, não há como preservar o meio ambiente. Tampouco é possível controlar a emissão de poluição, que vai desde os esgotos lançados em nos rios, córregos e mares, até os gases do efeito estufa (dióxido de carbono, gás metano, entre outros) lançados na atmosfera por todos os setores produtivos envolvidos.

Acreditamos que o Brasil tem enorme potencial para desenvolver projetos socioambientais que atendam a interesses maiores do que os de uma classe social, de um ou outro grupo. O País ainda tem condições de expandir esse projeto para outros países, dado o aspecto humanitário que ele envolve.

Por que acreditamos nisso? Porque o Brasil não é um país pobre, e nunca foi, sendo detentor das matrizes ambientais (água, energia, minério, madeira, biodiversidade, reciclagem e controle de emissão de poluentes -água, solo e ar).

O que propomos se sustenta na trilogia legitimidade-credibilidade-ética. Supõe uma participação consciente na promoção de uma economia justa, socialmente digna, politicamente participativa, ecologicamente correta e integrada dentro dos preceitos do desenvolvimento sustentável.

Estamos preocupados com a maneira pela qual as reuniões e debates sobre o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e o Mercado de Carbono vêm sendo conduzidas. A tendência que temos observado é, infelizmente, de que os créditos de carbono repitam novamente os modelos centralizadores, arriscados, limitados e desgastados sob os quais se estabeleceram os contratos de derivativos, as commodities convencionais e os títulos nos grandes centros financeiros.

Se o Fórum Econômico em Davos tem como oposição o Fórum Social Mundial, as Bolsas convencionais e o atual sistema financeiro, enraizado no modelo neoliberal, desumano e injusto, terão como contraponto o Projeto BECE, para que a sociedade possa intervir e corrigir as distorções que estão se institucionalizando.

Depois não digam que não avisamos; aliás, denunciamos!

Creditos ao “E-book Commodities ambientais em missão de paz“ - http://amyraelkhalili.blogspot.com.br/

A terra é dos índios. E o carbono, é de quem?

É uma lambança só este nosso Brasil ou não é?

A Celestial Green atua em um novo setor que se fortalece nos recônditos da Amazônia brasileira: a venda créditos de carbono com base em desmatamento evitado, focado nas florestas. Por estes créditos, a empresa tem procurado indígenas de diversas etnias e teria assinado contratos com os Parintintin,do Amazonas, e Karipuna do Amapá, segundo as suas páginas no twitter efacebook.

No dia 22 de setembro do ano passado, o mesmo João Borges, da Celestial Munduruku, na Câmara Municipal de Jacareacanga, no Pará. Assim que ficou sabendo, a missionária Izeldeti Almeida da Silva, que trabalha há dois anos com os Munduruku, correu para lá: “Fui pega de surpresa. Depois falei com um dos líderes e ele disse que fazia tempo que estavam negociando com um grupo pequeno de lideranças”.

Quando chegou à sala de reunião, diz a freira, o espaço estava cheio. Estavam todos lá: caciques, cacicas, mulheres e crianças. Muitos vestidos para guerra: pintados, com arcos e roupas tradicionais. A reunião foi fotografada pelos dois lados. “Os guerreiros e as guerreiras estavam muito brabos com o pessoal que foram falar lá em cima”, lembra o cacique Osmarino. “As guerreiras quase bateram neles”.

Segundo Izeldeti, o representante da empresa mal conseguiu falar. “Eles gritavam em voz forte que estavam cansados de ser enganados. Disseram: ‘nós sabemos cuidar da floresta, não precisa de ajuda’. As mulheres guerreiras ficaram na fila e cada uma foi falando em Munduruku. Meteram a flecha perto do coração, passavam no pescoço. O representante da empresa disse que não entendia a língua, mas que não tava gostando porque era sinal de ameaça”. O contrato, no entanto, acabou sendo assinado naquele mesmo dia – tanto a empresa quanto os indígenas confirmam.

De acordo com Izeldeti e Osmarino, porém, o contrato foi assinado contra a vontade da maioria da população Munduruku. Os donos do carbono

Totalmente desconhecida no Brasil, a Celestial Green, sediada em Dublin, se declara proprietária dos direitos aos créditos de carbono de 20 milhões de hectares na Amazônia brasileira – o que equivale aos territórios da Suíça e da Áustria somados. Juntos, os 17 projetos da empresa na região teriam potencial para gerar mais de 6 bilhões de toneladas de créditos de carbono, segundo a própria empresa.

Os créditos por desmatamento evitado, ou REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal), não são “oficiais”, ou seja, não podem ser vendidos nos mercados regulamentados pelo protocolo de Kyoto. Este protocolo só aceita, por exemplo, a venda de créditos por uma empresa de um país pobre que troque sua tecnologia por uma menos poluente; os créditos que ela deixará de emitir podem ser vendidos.

No caso das florestas, não há um mecanismo oficial que permita isso. Por isso, os créditos de carbono referentes a florestas são negociados em um mercado voluntário, que não é regulado; empresas como a Landrover, o HSBC, a Google e a DuPont compram esses créditos para sinalizar que estão fazendo algo de bom pelo meio ambiente. O mercado é muito menor do que aquele resultante de projetos previstos por Kyoto: em 2010, o valor negociado foi de cerca de 400 milhões de dólares contra 140 bilhões de dólares do mercado “oficial”.

Na esteira da corrida pelo invisível – créditos de carbono que deixaria de ser emitido por desmatamento – a irlandesa Celestial Green se adiantou: realizou diversas negociações rápidas e à margem de qualquer órgão federal. A empresa promete avaliar o potencial de créditos de carbono depois; mas já garante sua posse sobre eles, por contrato, e o acesso às terras para avaliação. Para Resumir a encrenca CADÊ a FUNAI, por isso defendo que é preciso ter no comando um INDIO. Sem preconceitos!!!! Eduardo Wernech Presidente - OSCIP

Um ano de grandes realizações da OSCIP - Associação Ecológica Piratingaúna

Situada em Barra Mansa – RJ a Associação Ecológica Piratingaúna - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), vem atuando em parcerias com grandes empresas nas diversas áreas, sejam as de meio ambiente, da educação, da cultura e do esporte.

A OSCIP construiu viveiros para produção de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, em vista da demanda e necessidade de reflorestamento de áreas degradadas ou de enriquecimento no entorno das áreas a serem preservadas ou cumprimento de TAC- Termo de Ajuste de Conduta. Por isso, não há varejo de mudas, elas são direcionadas apenas para esse tipo de projeto com previsão de ao menos 200 mil mudas no próximo ano.

Principais Trabalhos: 1 - Estamos realizando a manutenção após o plantio de 40 hectares de espécies nativas para reflorestamento em área de Mata Atlântica na região Sul Fluminense, ARIE - Floresta da Cicuta no entorno da bacia do Rio Brandão, esta é uma parceria com a empresa Construtora Queiroz Galvão, com acompanhamento realizado pelo Ministério Público Federal e ICMbio, foram mais de 85 mil mudas e com mix de 105 espécies.

2 - Recentemente a OSCIP Piratingaúna, contratada pela Construtora ODEBRECHT, que é uma empresa comprometida com a preservação ambiental em seus inúmeros projetos pelo mundo afora, foram plantadas espécies nativas da mata atlântica e criado um cinturão um verde. Este é um exemplo que deve ser seguido por todos. A OSCIP fez recuperação de área de meia encosta no Complexo de Gás da Petrobras na cidade de Guararema – SP e teve o projeto a Responsabilidade Técnica assinada pelo Engenheiro Agrônomo Fausto Ferreira Júnior da empresa parceira da OSCIP a Imperialis Paisagismo e Meio Ambiente.

3 – A OSCIP é mantenedora do CEA – Centro de Estudos Ambientais – Júlio Branco, foi estabelecido Termo de Parceria com o UBM – Centro Universitário de Barra Mansa, desta forma mantém aberto aos alunos e professores para o estudo de fauna e flora em uma área de 30 ha e com 17 ha de mata preservada, bem como para estágios e horas complementares. Além de receber periodicamente alunos de diversos colégios para visitação e promove palestras de educação ambiental. O projeto do CEA – Centro de Estudos Ambientais é gerenciado e as atividades coordenadas pela Bióloga Valeria de Almeida, vale ressaltar que esta área está sendo preparada para ser uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN ).

4 – Outra especialidade da OSCIP é a realização de PRAD – Plano de Recuperação de Áreas Degradadas, citamos por exemplo o realizado com a empresas A Abreu na cidade de Volta Redonda, com o Plantio de Espécies Nativas e manutenção de 24 meses.

5 - Somos Gestores da ARIE – Ilhas do Rio Paraíba do Sul, que está em processo inicial da elaboração do projeto de Plano de Manejo.

6 - Participamos ativamente do Greenmeeting um fórum permanente que atua na execução e na implementação das metas e propostas do Encontro Verde das Américas, podendo se reunir em Conferência em prol de determinadas ações ou questionamentos, que se fizerem necessários para a “Busca de Soluções”. Alem de incentivo a projetos sócio-ambientais. Fórum de dimensão internacional que reúne autoridades de vários continentes.

7 - Promovemos o encontro entre as ONGs Regionais para estabelecer uma linha de comunicação com o Batalhão Florestal do Estado do Rio de Janeiro, o evento, ocorreu justamente no Dia Mundial da Biodiversidade, contou com a presença de autoridades ligadas ao meio ambiente, ONGs, estudantes e professores de biologia do Centro Universitário de Barra Mansa (UBM).

8 - Em parceria institucional e recursos internacionais com a Fundação AVINA realizamos o plano de capacitação com a proposta de constituir uma Rede de Colaboradores de Jornalistas Voluntários, um espaço de interação entre o campo midiático e as atividades do 3º Setor socioambiental. O projeto contou com o apoio e parceria de: REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental (www.portaldomeioambiente.org.br)- Envolverde (www.envolverde.com.br); Rede de Comunicação Ambiental da América Latina e Caribe (RedCalc – www.redcalc.org); Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA); EcoAgência (www.ecoagencia.com.br); Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA – www.rma.org.br) Taking IT Global (TIG – www.takingitglobal.org); Portal de Juventude para América Latina e Caribe (http://www.joveneslac.org); Programa Tunza-Geo Juvenil de PNUMA; Peace Child Brasil.

9 - Projeto Esporte e Lazer da Cidade, em parceria com o Ministério dos Esportes, onde o principal problema a ser equacionado foi acima de tudo e sem duvida o de combater as diversas formas de exclusão hoje existente e ainda a geração de opções de lazer nas comunidades escolhidas gerando desta forma uma melhora acentuada na qualidade de vida das comunidades. Fator este indispensável para as características do município de Barra Mansa, na oportunidade foram atendidas, crianças, jovens e adolescentes, através de diversas modalidades esportivas. Quanto às comunidades escolhidas trata-se de áreas bastante populosas, com poder aquisitivo extremamente pequeno, com pouquíssimas opções de lazer o que deixa grande parte das crianças e adolescentes nos chamados grupos de risco.

10 - Projeto Esporte e Lazer – Vida Saudável, juntamente com o Centro Social Marcello Drable, e através do convênio firmado com a SUDERJ e a OSCIP – Associação Ecológica Piratingaúna, superaram todas as expectativas de seus idealizadores, bem como de seus participantes, profissionais e colaboradores. O número de atendimentos superou o projetado, e várias adequações foram feitas, buscando voluntários e novos espaços para realizarem-se as diversas atividades. Mais uma vez identificamos as carências do nosso povo, através do sucesso de certas atividades, tais como Fisioterapia, Hidroginástica, Curso de Inglês, Dança, Nutricionismo, Computação, entre outras.

Correspondências podem ser enviadas para o escritório na Rua Maria Luiz Gonzaga, 217, Ano Bom Barra Mansa- RJ e Os viveiros da Oscip ficam na estrada Barra Mansa- Bananal, no bairro KM4, nº 1913, contatos podem ser feitos pelos telefones (24) 8814-3066; (24) 9264-2353; (24) 7811-6082 ID: 12*88984 ou ainda através do e-mail: eduardo.wernech@piratingauna.org.

Com certeza este foi um excelente ano e o próximo será ainda melhor!!!!!!

Eduardo Wernech - Presidente

CRIME AMBIENTAL COMETIDO POR PALMITEIROS

Foram apreendidos mais de 400 kg de Palmito Juçara (Euterpe Edulis), in natura, extraídos ilegalmente do Parque Nacional do Itatiaia. A ganancia do homem está levando esta espécia a extinção. Esperamos que os envolvidos sejam punidos exemplarmente. Como sambemos a palmeira Juçara é considerada uma espécie chave dentro do ecossistema da Floresta da Mata Atlântica. É um elo importante da flora, devido ao grande interesse que espécies da fauna (aves, como o tucano e a jacutinga, e pequenos roedores, como a cotia e a paca) têm pelos frutos desta palmeira. Estas e outras espécies da fauna são vetores de disseminação do juçara por toda a floresta. Os frutos ocorrem em boa quantidade e permanecem nos cachos por grande período a cada frutificação, chegando a seis meses de disponibilidade desde seu aparecimento até a maturação. Há, pois, uma estreita relação entre a fauna e a palmeira juçara; daí a grande importância de sua manutenção. Sem contar que leva ao menos de 12 a 15 anos para ser uma palmeira adulta. Para registrar a OSCIP – Associação Ecológica Piratingaúna está produzindo em seus viveiros, desde a germinação até a fase de plantio a palmeira juçara com vista a recomposição e enriquecimento da flora da Mata Atlântica, sendo assim, nós que sabemos o trabalho que dá para produzi-la, nos deixa ainda mais indignados por conta deste CRIME cometido contra o PARNA Itatiaia.

Eduardo Wernech Presidente – OSCIP

Associação Ecológica Piratingaúna e a responsabilidade com o meio ambiente

Situada em Barra Mansa a associação nasceu em 2000 como Ong Piratingaúna e três anos depois se transformou em Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) atuando em Recursos Hídricos, Poluição, Saneamento, Uso e Ocupação do Solo, Fauna, Flora, Social, Ambientalista, Ecológica, Educativa e Cultural.

A Oscip construiu viveiros para produção de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, em vista da demanda e necessidade de reflorestamento de áreas degradadas ou de enriquecimento no entorno das áreas a serem preservadas ou cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC). Por isso, não há varejo de mudas, elas são distribuídas apenas para esse tipo de projeto. De acordo com o ambientalista e presidente da Oscip Eduardo Wernech, o Viveiro também serve como laboratório de produção de adubo orgânico e, como instrumento pedagógico para os estudantes que visitam diariamente o Centro de Estudos Ambiental denominado Júlio Branco. “Um dos pontos fortes do programa é a parceria como Instituto Educa- Mata Atlântica por conta do Projeto Volta Cicuta, onde temos também outros parceiros viveiristas o que faz com que a diversidade na produção chegue a mais de 150 espécies nativas.

O projeto do Centro de Estudos Ambientais (CEA) é gerenciado pela Bióloga Valeria de Almeida e temos parceria com diversas instituições de ensino, onde os alunos fazem suas pesquisas e estágios no Viveiro”, citou o presidente, acrescentando que em torno do viveiro está uma área de 30 hectares de preservação, esta área está sendo preparada para ser uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN ). A Oscip é responsável pelo reflorestamento de 30% no entorno da Floresta da Cicuta, às margens do Rio Brandão, em Volta Redonda.

O trabalho é acompanhado in loco pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pelo Ministério Público Federal (MPF).“Prestamos conta de todos os serviços realizados,destacou Eduardo. A Oscip também é gestora financeira do Greenmeeting,um fórum permanente que atua na execução e na implementação das metas e propostas do Encontro Verde das Américas, podendo se reunir em Conferência em prol de determinadas ações ou questionamentos, que se fizerem necessários para a “Busca de Soluções”.

Alem de incentivo a projetos sócio-ambientais. São parceiros também da Rede Brasileira de Informação Ambiental (Rebia) que edita e distribui gratuitamente a Revista do Meio Ambiente. Além do meio ambiente, Eduardo Wernech em 2007 e 2009 teve um outro convênio como Governo Federal: o Projeto Esporte e Lazer da Cidade (PELC), foram núcleos esportivos que atenderam mais de três mil crianças,seja no bairro Vila Maria em Barra Mansa, além disso o projeto contava com outros núcleos em Angra dos Reis e Paraty.

“O projeto durou um ano e o Governo Federal já deu baixa na prestação de contas, ou seja, todas aprovadas”. E a prestação de contas anual da OSCIP com todas as informações estão disponibilizadas no site do Ministério da Justiça no CNES público. O próximo objetivo de Wernech é expandir os viveiros que será provavelmente na cidade de Bananal. “A ampliação será feita ainda neste ano, já estamos comprando sementes certificadas. Por conta da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil, há projetos do Governo para plantio de Mata Atlântica em outros pontos a serem definidos e com certeza estarem o sem mais esse projeto”, concluiu. Os viveiros da Oscip fica na estrada Barra Mansa- Bananal, no bairro KM4, nº 1913,contatos podem ser feitos pelos telefones (24) 8814-3066; (24)9264-2353; (24) 7811-6082 ID: 12*88984 ou ainda através do email eduardo.wernech@piratingauna.org. ONG X OSCIP Existe uma certa confusão no que diz respeito ao termo OSCIP, de modo geral, a OSCIP é entendida como uma instituição em si mesma, porém, OSCIP é uma qualificação decorrente da lei 9.790 de23/03/99. Para entender melhor o assunto, é preciso esclarecer uma outra questão em relação a outro termo diretamente relacionado a OSCIP; as ONG's. OSCIP é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público equalificação específica junto ao Ministério da Justiça,pode-se dizer que OSCIPs “não são ONGs”,pois renovam certificado emitido pelo poder público federal anualmente ao comprovar o cumprimento de certos requisitos e prestação de contas em dia."

Nota: O texto desta matéria é uma publicação do Jornal A Voz da Cidade, publicado em 22/11/2011 - no caderno Variedades.

Eduardo Wernech Presidente - OSCIP

 

Nascente do Córrego Cotiara vira deposito de entulho

Moradores do bairro São Genaro pedem providências para retirada do entulho

O Jornal Folha do Interior recebeu a denúncia dos moradores do Bairro São Genaro, em Barra Mansa, de que a nascente do Rio Cotiara que passa pelo bairro, estaria recebendo entulho, restos de obras, telhas de amianto que são altamente poluentes. São muitas telhas de amianto. Para o Ambientalista e presidente da Associação Ecológica Piratingaúna (Oscip) Eduardo Wernech, os moradores devem cobrar providências por parte do poder público municipal, para que façam o recolhimento e destinação final adequada aos entulhos jogados incorretamente próximos a nascente do Córrego Cotiara, no bairro São Genaro. “É um absurdo com os moradores do bairro, isso demonstra o total descaso e incompetência por parte da prefeitura de Barra Mansa em relação ao Meio Ambiente, que é um direito de todos” afirma o ambientalista. O Coordenador de Resíduos Sólidos do SAAE, Jackson Rabelo, disse que é difícil saber de onde vem o material jogado irregularmente ás margens da nascente do Córrego Cotiara, e que a pessoa que for flagrada jogando lixo entulho no córrego será multada. Jackson também disse que o infrator responderá processo por crime ambiental, e se for pego poderá ser preso. Jackson afirmou que até o começo da semana, irá ao bairro São Genaro para verificar as condições do local e a possibilidade da retirada do entulho, e vai também comunicar o proprietário do terreno em que os entulhos estão sendo lançados, para que coloque uma cerca no local, afim de acabar com o despejo irregular de entulhos. O Coordenador pede ainda que os moradores do bairro colaborem e denunciem caso vejam alguma irregularidade, pelos telefones: 3322-6195 e 3322-9100.

Publicada em 28 de outubro de 2011 - 18 h 8 - Jornal Folha do Interior. http://www.folhadointerior.com.br

Nota do Blog: É bom lembrar que as telhas de amianto foram destruídas com a chuva de Granizo acontecida em abril deste ano e já estamos no final de outubro, portanto a Coordenadoria de Resíduos Sólidos não tomou as devidas providências até hoje, isto posto, vale ressaltar que ali provavelmente é também um criadouro do mosquito da Dengue. Em vez de desculpas esfarrapadas que resolvam o problema com urgência.

Eduardo Wernech - Presidente da OSCIP

  • Rua Maria Luiza Gonzaga, nº 217, Ano Bom - Barra Mansa / RJ - CEP: 27.323-300
  • +55 24 97403-2849 e +55 24 3323-0224