Entorno da ARIE – Floresta da Cicuta está mais verde

Resultado de um TAC – Termo de Ajuste de Conduta, acordo entre a empresa Construtora Queiroz Galvão e o MPF – Ministério Público Federal (Barra Mansa/Volta Redonda-RJ), está deixando o entorno da ARIE – Floresta da Cicuta mais verde. É a chamada compensação ambiental, que já mostra resultados, pois mais de 80 mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica foram plantadas e já vamos completar um ano de manutenção e por conta das intempéries devido a grande estiagem, vamos agora iniciar o replantio de mais 5 mil mudas e o enriquecimento com mais 2 mil mudas. Com a manutenção já anteriormente prevista logo depois da implantação, vamos cuidar delas por 36 meses no mínimo, o que garante que essas mudas atinjam um estágio para sobreviverem sozinhas.

Para nós da OSCIP – Associação Ecológica Piratingaúna, as árvores são consideradas patrimônio da humanidade. A diversidade de espécies que distribuímos em uma área de 40 Ha, cerca de 105, vem de uma produção cuidada com muita dedicação e carinho. "Um dos objetivos é o aumento das nossas áreas verdes e o enriquecimento biológico das nossas matas também", diz a bióloga, Valeria de Almeida.

Eduardo Wernech Presidente - OSCIP

Belo Monte e a necessidade de um novo equilíbrio de forças na ONU foram temas de debates neste XI Encontro Verde das Américas

“Entre os temas mais polêmicos, esteve o de Belo Monte, onde tanto líder indígena Marcos Terena de um lado e o Dr. Valter Cardea, diretor de Geração da Eletrobrás, de outro, tiveram espaço para colocarem suas visões e debaterem ideais, permitindo chegar ao entendimento possível dada as circunstâncias democráticas em que o povo brasileiro precisa e demanda por novas fontes de energia para o seu crescimento. Inicialmente duramente questionado pelo líder indígena, o Dr. Cardeal teve a tranquilidade e o espaço para explicar sobre as novas Hidrelétricas, incluindo Belo Monte, detalhar seus impactos socioambientais, a conservação do meio ambiente e o respeito ao Cidadão assegurando ao público os cuidados com os quais o Governo Federal está tratando não apenas do meio ambiente, mas os direitos das pessoas que serão afetadas. Em relação aos índios, o Dr. Cardeal explicou que todas as comunidades foram ouvidas e assegurou que o Projeto de Belo Monte não provocará inundação de Terra Indígena. Como exemplo de experiências bem sucedidas de programas de geração de energia elétrica e povos indígenas, o representante da Eletrobrás mostrou a experiência da Usina de Tucuruí, da Eletronorte, e as nações Parakanã e Waimiri-Atroari, onde a existência do empreendimento permitiu inverter a tendência de decréscimo populacional e aumento da vulnerabilidade e da segurança social daqueles povos indígenas que hoje podem contar com saúde, educação, qualidade de vida e um crescimento populacional antes inimaginável.“ - (Texto do site do Greenmeeting.)

Há ainda muito a discutir em relação a este empreendimento pela grandiosidade e pela questões ambientais, só não dá apenas para radicalizar sistematicamente, está na hora de buscar equilíbrio entre todas as partes interessadas, Ambientalista sim, Eco doido não.

Eduardo Wernech Presidente Oscip – Piratingaúna.

DIGA NÃO ÀS QUEIMADAS. Denuncie!

A secretaria estadual do Ambiente do Rio de Janeiro e o Instituto Estadual de Florestas (IEF) todos os anos, nesta época de estiagem, decretaram estado de alerta em relação as QUEIMADAS, mas percebemos que isto é muito pouco, pois se a população não for educada e solidária com os Bombeiros e até mesmo agindo como voluntária não surte efeito.

Para se ter uma ideia da dimensão do problema no ano passado foram milhares de atendimentos feitos pelas corporações do Corpo de Bombeiros pelo estado afora. Nós da OSCIP - Associação Ecológica Piratingaúna, fazemos um apelo, nada de balão, nada de queimada, de fazer piquenique com fogo, de jogar guimba de cigarro pela janela. Se acaso você vir alguém ateando fogo para limpar estradas, queimando lixo ou preparando terreno para a agricultura liguem imediatamente para a Polícia Civil ou para a Polícia Militar, pois Queimada é CRIME.

Vale ressaltar que este ano está sendo um dos mais críticos, segundo dados do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que monitora o todo o território nacional, é estarrecedor os números, para exemplificar esses satélites registraram no dia de hoje, 12 de setembro de 2011, 13.387 focos de incêndio no País, com um acumulado de mais de 57.000 de janeiro a setembro. O nosso Estado do Rio de Janeiro, conta com mais de 30 focos de incêndio, é preciso lembrar que no ano passado focos de incêndios destruíram partes de áreas de preservação ambiental e propriedades privadas.

Foram destruídos 1.200 hectares em parques estaduais e federais. Os danos foram grandes, na Serra dos Órgãos, na região serrana fluminense. O Parque Nacional de Itatiaia, que possui 30 mil hectares de preservação, foi o mais atingido e perdeu centenas de hectares para o fogo. Todos sabemos que apesar de ser CRIME as queimadas urbanas é uma prática comum entre a população. Método habitualmente utilizado para eliminar resíduos de podas de árvores e roçagem de terrenos vazios, o fogo também é usado para queimar lixo e outros materiais que, após entrarem em combustão, costumam ser tóxicos aos seres humanos e ao meio ambiente e há o fator da queima de campo e mesmo a queima das restevas de lavoura (para facilitar o preparo do solo) prejudicam o solo. Aliás, diversas campanhas têm sido realizadas, de combate à queima dos campos. Portanto, não é por falta de divulgação e alerta que esta prática, antes rotineira, ainda seja utilizada. O que mais surpreende é que todos sabem de modo geral, que a queima de lixo libera, também, dioxinas e furanos.

Seria tedioso relacionar todo o arsenal tóxico liberado nas queimadas feitas em muitas áreas de reciclagem, bem como naquelas provocadas em “lixões e lixinhos clandestinos”, onde se queima tudo que é possível. Entretanto para encerrar apelamos a todos “ DIGA NÃO ÀS QUEIMADAS”. Denuncie! "Quando agredida, a natureza não se defende. Apenas se vinga." --- Albert Einstein Eduardo Wernech Presidente da OSCIP Piratingaúna

 

DEFENDER O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO - É DEFENDER A VIDA

A população do Estado do Rio de Janeiro está pedindo que senadores rejeitem as propostas de alteração do Código Florestal Brasileiro que aumentam o desmatamento e anistiam crimes ambientais. Qualquer mudança nesta lei deverá fortalecer proteções ambientais e favorecer pequenos agricultores. Por favor, protejam o patrimônio natural e o futuro do Brasil. A proposta do novo Código Florestal Brasileiro será votada no senado em breve! Deputados e senadores ruralistas estão investindo fortemente em uma campanha absurda para remover proteções ambientais e anistiar desmatadores.

Se eles conseguirem, vastas áreas de vegetação nativa ficarão expostas ao desmatamento. Especialistas concordam que as alterações propostas pelos ruralistas para o Código Florestal podem levar a terríveis consequências, como agravamento de enchentes e deslizamentos, assoreamento de rios e perdas para a própria produção agrícola. Mas os ruralistas não escutam e querem aprovar a proposta agora!

No Rio de Janeiro as conseqüências das ocupações urbanas em zonas de risco, como encostas e margens de rios, são cenários comuns e que se consolidaram ao longo de anos de descaso público e desigualdade social. Em 2010, as chuvas que causaram mortes e deixaram centenas de pessoas desabrigadas em Angra dos Reis e Niterói não foram, mais uma vez, suficientes para sensibilizar a bancada ruralista.

Em 2011, tudo aconteceu novamente, desta vez na região serrana. Caso a lei fosse respeitada, os danos seriam infinitamente inferiores, uma vez que os deslizamentos de terras aconteceriam em menor escala e, quando ocorressem, não encontrariam casas e seres humanos pelo caminho. Documento do Ministério do Meio Ambiente aponta que 80% das mortes foram ocasionadas por ocupações em áreas de risco. Mesmo assim, o projeto de lei do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), quer alterar o Código Florestal e permitir, por exemplo, a ocupação de topos de morros, além de reduzir o tamanho das matas ciliares e acabar com as Reservas Legais. Querem que a votação aconteça antes da Conferência Mundial Rio+20, que acontecerá no Rio de Janeiro!

Caso sejam feitas estas mudanças, o Rio de Janeiro poderá sofrer gravemente com a escassez de água, já que as nascentes dependem de áreas conservadas de floresta. Nosso abastecimento já é considerado extremamente crítico pela Agência Nacional das Águas, tendo em vista a crescente demanda em contraposição com uma oferta cada vez menor de água no rio. Una-se ao movimento que quer impedir novas catástrofes. Una-se ao movimento em defesa da vida! Divulgue esta campanha em sua escola, universidade, igreja, centro comunitário e para o maior número de pessoas.

No dia 09 de setembro, nos reuniremos na Jardim Botânico do Rio de Janeiro para o Lançamento do COMITÊ RIO EM DEFESA DAS FLORESTAS. Se você quer assinar este manifesto e compor este Comitê envie o nome da sua organização para comunicacao@itpa.org.br - O evento começa às 10h!

COMPAREÇAM! PRÉ - COMITÊ RIO EM DEFESA DAS FLORESTAS Rede de ONGs da Mata Atlântica

Esta campanha está alinhada com: FLORESTA FAZ A DIFERENÇA

COMITÊ BRASIL EM DEFESA DAS FLORESTAS E DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ABONG - CNBB - Coalizão SOS Floresta (Amigos da Terra - Amazônia; APREMAVI; FLORESPI; Fundação Grupo Boticário; Greenpeace; ICV; IMAFLORA; IPAM; ISA; SOS Mata Atlantica; WWF Brasil; Sociedade Chauá SPVS) - Comissão Justiça e Paz – CJP - CNS - Comitê Inter-Tribal - CONIC - CUT - FETRAF - FNRU - FASE - FBOMS - FETRAF - Forum de Mudança Climática e Justiça Social - Fórum ex-Ministros Meio Ambiente - GTA - IDS - INESC - Instituto Ethos - Jubileu SUL - OAB - Rede Cerrado - Rede Mata Atlântica - REJUMA - Via Campesina (ABEEF, CIMI, CPT, FEAB, MAB, MMC, MST, MPA, MPP e PJR); OSCIP - Associação Ecológica Pitaingaúna

Atenciosamente Eduardo Wernech Presidente OSCIP - Piratingaúna

 

Em Manutenção o Reflorestamento de 40 Hectares no Entorno da Floresta da Cicuta

Na manutenção das áreas referentes ao projeto de reflorestamento, todos os critérios são aplicados, conforme o Termo de Referência 003/2010 – ARIE FLORESTA DA CICUTA.

Destacamos aqui práticas de combate a formiga cortadeira, controle de mato competição, adubação, replantio, tutoramento, aceiro, bem como o monitoramento e reforço constante no cercamento das áreas. No ultimo relatório informamos que as atividades de manutenção tiveram inicio já em janeiro nas áreas plantadas em dezembro visando garantir o sucesso do empreendimento.

Todas as atividades estão sendo efetuadas de forma constante sem interrupções. E que a partir de maio de 2011 optamos por manter uma equipe em tempo integral na área neste primeiro ano de trabalho, o que garante o monitoramento constante e a prevenção total contra quaisquer problemas.

As áreas são mantidas constantemente por uma equipe que varia entre 03 a 09 homens em função do tipo de serviço como aceiros e coroamento, esta variação se dá através de “mutirões” feito para otimizar o uso da mão de obra. Visando o melhor aproveitamento e qualidade dos serviços.

Assim, buscando-se adequar a um cronograma operacional para manutenção em plantios florestais, elaboramos uma descrição das etapas básicas e comunicamos aos Órgãos envolvidos, seja o MPF – Ministério Público Federal e o ICMbio. Já esta previsto que a partir de setembro, onde esperamos o inicio do período das águas, retomaremos as atividades de replantio nas áreas onde tivemos pequenas perdas de mudas.

Esta pratica garante a integridade do projeto e o restabelecimento das áreas em recuperação. Vale ressaltar que este trabalho é realizado em parceria entre a empresa Construtora Queiroz Galvão e a OSCIP Piratingaúna, também faz parte do contesto Instituto Educa Mata Atlântica, a empresa Ki Florestas, a Imperiallis Paisagismo e Viveiristas da Região, tendo a Anotação da Responsabilidade Técnica a cargo do Eng° Agrônomo, José Fausto Ferreira Junior e acompanhamento também da Bióloga Valéria de Almeida.

Eduardo Wernech Presidente da OSCIP

 

SUCESSO - XI Encontro Verde das Américas, o “Greenmeeting”

Pela décima primeira vez o XI Encontro Verde das Américas, o “Greenmeeting”, sob a Coordenação Geral de Ademar Leal - Palíber e com as presenças de importantes lideranças ambientais e autoridades, diante de um seleto e atento público. Palestras e pronunciamentos como a do Senador Cristovam Buarque, do Senador Rodrigo Rollemberg, Presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização do Senado Federal do Secretário de Estado Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal Eduardo Brandão, que deram o tom do Encontro. O Secretário Geral da OTCA, Embaixador Alejandro Gordillo, falou de maneira conclusiva sobre as instâncias de atuações da organização do tratado de cooperação Amazônica. Além da Representação do Ministério do Meio Ambiente do Governo Brasileiro; Agnelo Queiroz, Governador do Distrito Federal; Marco Maia, Presidente da Câmara dos Deputados; ; Senador Cristovam Buarque; Senador Jorge Viana; Dom Lorenzo Baldisseri, Núncio Apostólico no Brasil; Sarney Filho, Deputado Federal e Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista; Antônio Roberto, Deputado Federal MG; Embaixador Horacio Sevilla Borja, Equador; Embaixador Ramez Zaki Odeh Goussous, Jordânia; Embaixadora Maria Elvira Pombo Holguín. Colômbia; Embaixador Drago Stambuk, Croácia; Embaixador Alejandro de la Peña Navarrete, México; Embaixador Bellur Shamarao Prakash, Índia; Embaixador Demitri Alexandrakis, Grécia; Embaixadora Milena Smit, Eslovênia; Embaixador, Mark Trainor, Nova Zelândia; Embaixador Kellawan Lall, Guiana; Embaixador Bachar Yaghi, Chefe da Missão Permanente da Liga dos Estados Árabes; Embaixadora Eva G. Betita, Filipinas; Adriano Magalhães, Secretário de Estado de Meio Ambiente e D/S de Minas Gerais; Ari de Almeida, Administrador da Ceilândia DF; Ronaldo Vasconcellos, CONAMA; Silvestre Gorgulho, Editor da Folha do Meio Ambiente; Maurício Azêdo, Presidente da ABI; Wagner Barja, Diretor do Museu Nacional da República; Hugo Bethlem, Vice-Presidente de Relações Corporativas do Grupo Pão de Açúcar e Representações Diplomáticas de vários continentes e outras Autoridades. Em fim um grandioso evento pela importância da defesa do meio ambiente e ações que visam a organização da Rio + 20 que acontecerá no mês de junho de 2012 no Rio de Janeiro.

Eduardo Wernech Presidente da OSCIP

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